terça-feira, 8 de novembro de 2011

Há quem discuta a custódia dos filhos...

Nós lá em casa discutimos a custódia da box do Meo. Onde estão aí umas três temporadas do How I Met Your Mother à minha espera, todos os episódios do 30 Minute Meals do Jamie Oliver, a minha nova série adorada, Downton Abbey, uma meia dúzia dos clássicos da Dois que passam ao sábado à noite, as receitas da Sophie Dahl... e eu sei lá mais quantos filmes. O pior disto tudo é que não vai dar para fazer uma custódia partilhada e adoptar o esquema dos fins-de-semana e do toma-lá-a-box-no-Natal-que-eu-fico-com-ela-no-ano-novo.
É surreal, eu sei. Mas é sobretudo uma grande chatice.

12 comentários:

Ana 100 Sentidos disse...

Não é surreal, é prático!
Compreendo-te porque estou com o exacto e mesmo problema.

Eve disse...

Eu não largava essa Box nunca! Aliás estou com vontade de ir aí roubá-la xD
Não é assim tão surreal... É normal, acho eu.

chinfrim disse...

Girl.. caga na Box e saca essas séries todas, dá-te menos chatice! :) Oh, the little things, the little things... Força nisso :*

Palco do tempo disse...

aahahahha que ganhe o melhor :)

A. disse...

Deixa lá... essa questão até é de índole prática. Por aqui chegou-se a discutir quem ficava com os "recuerdos das viagens", tipo "se tu queres as canecas do chá que compramos em Londres eu fico com os pin's). O ser humano consegue ser muito estranho às vezes...

Wild Things disse...

Quem me der ter a custódia permanente da box..

Cláudia N. Matos disse...

O meu irmão ficou com a minha, em relação a isso nem valia a pena discutir :D

R.L. disse...

Quem tem pago o aluguer da box e a conta do Meo são os dois? Se forem é complicado, senão, fica com quem tem pago!

Vera disse...

Pensa numa moeda de troca... :)

S* disse...

Ui, isso é muito complicado de decidir. Cá em casa mando eu. ahahah

inversiva disse...

acho que devias ser tu a levá-la. O que guardam eles na box? futebol e box? bah!

Anónimo disse...

É triste ver como o amor se pode transformar em algo tão pequeno e destrutivo quando existem essas situações materiais por resolver. O amor era de facto muito mais romântico, mesmo quando chegava ao fim, quando não havia sofás, camas, colchões e esquentadores para dividir. Lá em casa já dividimos tudo, mas continuamos a viver juntos. Muito mais decadente, hein? Força!